A sina dos carangueijos….

Ô inferno astral esse que eu tô passando viu! O pior de todos os meus invernos.

Ás vezes, quando eu leio o que escrevem sobre cancerianos não sei se choro ou se rio. Acho bom pertencer ao signo “mais amigo” de todo o zodíaco, mas também é o signo mais ‘emo’, mais chorão, mais manteiga derretida que pode existir.

E eu não nego a raça, sou chorona prá c…. Falar que choro em filme é banal. Eu chorei com o comercial da Renner p/ os Dia das Mães desse ano. Eu choro vendo dança. Eu choro quando eu me declaro que gosto muito de alguém. E dependendo do teor da mensagem que a Ana Maria Braga dá no seu programa, as lágrimas saltam.

E pra ficar melhor, além de canceriana sou artista, eu danço, agora dei de escrever e sou bisneta de italianos. Isso me faz ter um lado teatral pulsante e uma facilidade shakespeariana pra fazer um drama. E comédia também. Sobretudo quando eu bebo meu bom e velho vinho ninguém segura a ‘drag’ que emerge do meu ser… Depois eu fico morrendo de vergonha.

Noutro dia, no Twitter, li umas coisas engraçadinhas sobre o jeito de ser dos nativos desse signo, espia:

“a maior alegria que um canceriano pode ter é passar o domingo esparramado no sofá da avó, ouvindo a familia fofocar o dia todo.” (pior que é…)

“cancerianos sempre tentam relacionar a música com algum sentimento profundo. Arghhhh”
(ahan..)

“cancerianos fingem estar introspectivos mas na verdade estão loucos pra alguém dar atenção.”
(pô, não espalha…)

“Nunca faça piadas maldosas com cancerianos, eles podem ficar magoados……PRA SEMPRE!
” (pra sempre.)

“Se você é canceriano de verdade sabe persuadir alguém a ficar com dó de vc com facilidade….” (sei não…)

“Ficamos magoados quando não somos compreendidos, e ao invés de falar , choramos mudos.”
(…e muito.)
(twitts da @sercanceriano)

Como você pode perceber, ser canceriano cansa demais. Muito sentimento, muita emoção pra dar conta. Ainda por cima tem o passado buzinando na memória da gente. O que me equilibra de vez em quando é o meu ascendente em Capricórnio, ele me faz parar pra pensar, racionalizar. Se não fosse assim, achoque nem eu mesma me aguentaria!

Botando mais bom humor na conversa, dá uma olhada nesse vídeo com o super talentoso Evandro Santo, o Christian Pior. Nada sério, viu? Só uma brincadeira de quem é curioso sobre o assunto.

Beijo e boa semana prô cêis!

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Das coisas que existem entre o céu e a terra e dão sentido à nossa vã filosofia.

(que Shakespeare não fique bravo com a pequena alteração que fiz em sua célebre frase :D)

Sempre tive interesse em Astrologia,mais pela ciência contida nela e menos pela ideia (no meu ponto de vista) equivocada de atividade adivinhatória, no sentido pejorativo. O argumento que tenho para aceitar a astrologia é simples e pode parecer até raso, mas é o que tem servido para mim: tudo nesse mundo vibra. O lápis que cai no chão e faz um barulhinho, que é fruto de seu atrito com a dureza do chão, ressoa no ar, produzindo uma vibração. As pessoas caminhando pelo calçadão do centro da cidade produzem vibrações. Toda vibração gera energia. Toda energia é uma ação, uma força que interfere sobre algo, ou seja, provoca uma reação. Segundo Vanessa Tuleski, “(…)pode-se definir Astrologia como um impressionante sistema simbólico, que observa a relação entre o macrocosmo (os planetas) e o microcosmo (o indivíduo na Terra)”.

Pensa comigo. Se pequenas coisas são capazes de gerar energia e provocar uma dada ‘interferência’ sobre algo que esteja dentro de seu raio de ação, como negar que a movimentação dos gigantes astros celestes não tem efeito algum sobre essa matéria frágil de que é feito nosso corpo?

Pois é. É por considerar isso que eu estou sempre dando uma consultada nas coisas que são escritas para o meu signo e para o signo das pessoas com quem convivo. Não a ponto de condicionar os meus afazeres e minhas relações pessoais ao que está escrito – até porque eu desconfio da credibilidade de uma orientação astrológica que descreva pormenores do cotidiano, tipo: não compre aquele imóvel do centro da cidade ou não viaje no feriado da semana que vem. O mesmo vale para as pessoas. Acho que o signo pode dar um panorama do que se pode esperar de alguém – e muitas vezes isso se confirma na prática, eu sou prova disso – mas ainda existe a questão do meio ambiente que a pessoa vive, além da influência da educação que recebeu e de seus componentes familiares que ajudam a completar todo esse multifacetado panorama.

Cris Takeda é uma gracinha de astróloga (e fotógrafa) que conheci na blogosfera. Ela explica de uma forma bem clara, didática, divertida até, a personalidade de cada signo e as relações do universo com a nossa vida. Sou leitora assídua dessa moça, tanto que o blog dela está aqui, linkado à direita da tela. É o Astrologia Vicia!

Cris diz em seu penúltimo post que nesta época do ano em que estamos o Sol entra em Câncer – e se ela puder vir explicar como é isso do Sol ‘passear’ pelos signos, eu agradeço de montão. Até sei mais ou menos o que seja, mas não tenho conhecimento necessário para explicar isso aqui. Bem, essa fase diz respeito a todos os que nasceram entre 21 de junho e 21 de julho, eu inclusive (13 de julho). Portanto estamos todos nós, caranguejinhos e caranguejinhas, fechando um ciclo e começando outro. Que seja uma fase de revisão do que fizemos e de disposição para iniciar um novo período!

Mas engana-se quem acha que apenas os cancerianos são afetados por essa fase. Como disse lá em cima, somos todos suscetíveis às vibrações que estão ‘saltitando’ por aí. Olha o que a Cris escreveu no mesmo post que eu citei e veja se você já se viu buscando ou fazendo alguma coisa parecida com isso, durante essa época:

“Começa o inverno.

Época de se recolher em casa, de aconchego, de família. Exatamente coisas cancerianas.

Fase boa para comer, câncer também rege o nutrir.

Agora importam os sentimentos, o cuidar.

Tudo fica mais sensível.

Mais fácil de se colocar no lugar do outro.”

Tá se percebendo mais sensível que o costume, amore?
É o Sol em Câncer!

Cancerianos são filhos da Lua....

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Se vc gostou, dá um pulo no blog da Cris que lá tem mais!