Eu e a cidade das andorinhas.

Que coisa mais estranha é a relação com minha cidade natal, depois de estar vivendo longe dela há pouco mais de 12 anos… Vejo-a como um brinquedo muito querido, extremamente estimado, o preferido de todos. Viro, remexo, exploro seus cantinhos que me fazem caminhar por lembranças de uma fase da vida onde eu achava, ingenuamente, que as coisas já estavam determinadas. Mas como é um brinquedo, depois de ter matado a saudade, guardo-o. Ele já não tem a ver com o que vivo hoje. Mas ainda assim, eu o amo.

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Retomando a prosa.

Leitores queridos, estou retornando. Ainda escrevo daqui da terrinha, entre um e outro afazer e mala a ser rearrumada (sempre volto com mais coisas do que quando vim). Amanhã você já vai ter texto novo por aqui, embora ainda não saiba sobre o que. Quem sabe uma reflexão sobre o que é morar longe da família, tenho pensando muito nisso nesses últimos dias. Você mora longe da sua? Como se sente ao reencontrar a sua família? A forma de enxerga-la mudou?

Amanhã conversamos, ok? Beijos, fiquem bem.