A casa da gente

Não me considero uma pessoa caseira, mas tenho meus momentos de curtição com a minha casa, quando olho para o ambiente e gosto do que vejo. Isso ajuda a aquietar o coração, acalenta, sobretudo se não tive um dia bom.

É por isso que cuidar do espaço onde moramos é essencial para a nossa saúde mental, consequentemente, para a saúde física. E para conseguir isso não é necessário ter coisas caras, sair comprando sofá e cortinas novas ou contratar um decorador para que seu lar seja aconchegante, bonito e original. Na verdade, é tudo uma questão de disposição. Porque arrumar casa é cansativo sim e dá um trabalhão, mas o resultado compensa.

Você pode renovar a partir de coisas simples: mudar os objetos de lugar, pintar uma parede, jogar fora o que não usa mais (sim, jogue, abra espaço para o novo!), até inventar um vasinho ou porta treco, pintando ou colando tecidos coloridos naquela lata de leite em pó. Tudo isso ajuda a renovar a energia da casa, melhorando a sensação de bem estar. Não, não acho besteira, nem considero futilidade esse tipo de conversa. Nossa casa é um reflexo do nosso interior, em maior ou menor grau. Pensa nisso.

Se ler este post despertou a vontade de dar um jeitinho na casa, dá uma olhadinha nesses ambientes, quem sabe eles não te ajudam a ter ideias? (para ver os detalhes, clique nas imagens)



Prateleira forrada com tecido (algodão). Um graça, non?


Vasinhos diferentes.




Gostou? Tem mais disso aqui e aqui.

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10 comentários em “A casa da gente

  1. Claudiadriane disse:

    Estive por aqui Vivi…
    Por ñ termos parada, acho essencial o aconchego do nosso lar, nossas coisinhas a singularidade de cada um de nós quatro e qdo mudamos (de cidade) carrego é tuuuudo o que realmente importa a cada um.
    As vezes me permito mudar o perfume, pois se o usei mto e ñ fui feliz como deveria no lugar onde estava devo mudar tbm o que usava.
    Amei os vazinhos…
    Comecei a ter idéia!
    Uma semana azulzinha pra vc
    bjokas

  2. gisele camilo disse:

    Eu adoro mudar minha casa. vejo que nossa casa é p espelho de nossa mente e alma…se estamos em harmonia o lar tb está…eu não gosto de braco nas paredes… sei lá o motivo, mas paredes brancas me dão medo.
    Prefiro as coloridas… mas as coloridas tb cansam…
    rssssssssssss
    adorei a matéria flor….
    gostei da idéia dos armários aéreos.. nunca pensei nisso..
    beijos

  3. Samara disse:

    Não acho futilidade. Acho tudo lindo.
    Pena que não é para quem quer.

  4. claudiadriane disse:

    Eu consigo transformar em meu até o quarto de um hotel em que fico uma unica noite…[:)]

    O que eu realmente quero eu transformo e consigo chova ou faça sol com dinheiro ou sem dinheiro.

    De uma simples caixa de madeira que um dia serviu de transporte pra maças eu faço um roupeiro…ahhhh faço!

  5. Thaís disse:

    Concordo totalmente! Ano passado eu estava me sentindo muito sufocada, cheia de medos, com um apego excessivo a coisas. Daí, minha psicóloga sutilmente sugeriu que eu estava acumulando muitas coisas inúteis, algumas que eu guardava sem a menor necessidade, só para ter. Comecei a mudar meu quarto, doar as roupas que eu não necessitava, tirar os cosméticos que eu não usava, os móveis que só ocupavam espaço e realmente senti uma mudança na minha vida. Estou mais corajosa, mais livre, até para vestir eu estou mais criativa, porque agora tenho maior noção das roupas que eu tenho (antes eram tantas que eu nem lembrava que eu tinha! Hehehehe…). Valeu a pena mudar!

  6. Taísa disse:

    Lindo, lindo, lindo!!Aconchegante!!!
    Sabe, conheci várias casinhas humildes(de gente pobre mesmo), por causa do meu trabalho. E em cada uma, tinha algum detalhe que saltava aos meus olhos.
    Não importa a classe social. Cada um pode fazer “o que pode” para se sentir bem, seja na casa, nas roupas, no comportamento…ser feliz com pouco ou com muito, mas ser felizzzzzzzzzz!

  7. Karine Al Shams disse:

    Estou começando, muuuuuito devagar, a construir minha primeira casa (minha), mas mesmo assim arrumo o meu apartamento alugado como se eu fosse viver ali para sempre, seja qual for a disponibilidade de tempo ou de dinheiro.
    Eu me identifico um pouco com o relato da Thais: querer ajeitar a casa já é um passo para arrumarmos nosso lar interior também – e na minha opinião é questão de boa vontade.
    Durante o trabalho, conto as horas pra chegar em casa.
    A Dorothy sempre teve razão, não há lugar melhor.
    Agora deem licença, que a minha pia está cheia de louça…
    Beijos

  8. Karine Al Shams disse:

    Claudia! Já usei caixa de frutas como roupeiro por quase um ano, quando fiquei num alojamento antes de arrumar vaga na Casa do Estudante – tempo da facul.
    Mas a ideia não foi minha, quando cheguei lá copiei do pessoal, a gurizada era (bem) mais criativa que eu.
    E ficou lindaça!

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